Caio Trivellato na Meia de SP

Caio Trivellato na Meia de SP

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Meu nome é Caio Trivellato, tenho 32 anos e sou corredor de rua desde 2015. Amante de esportes em geral, já me aventurei pelo vôlei, pela natação – essa última ainda corre nas veias – e, claro pela corrida de rua, trail, montanha… falou em calçar um tênis e correr, o sangue ferve.

A minha primeira prova foi em 23 de agosto de 2015, Corrida Duque de Caxias – Juiz de Fora. De lá pra cá, são 44 provas, 14 meias maratonas e 2 maratonas em 3 estados e 7 cidades.  Acho que o bicho da corrida me pegou de vez!

 A temporada 2020 começou da mesma forma que terminou 2019, pelas ruas da terra da garoa. Se em 2019 fechei o ano estreando na tradicionalíssima 95ª Corrida de São Silvestre, em 2020 abrimos com estreia na, também tradicional, 14ª Meia Maratona Internacional de São Paulo. Uma prova bastante desafiadora e complexa, que me levou ao meu limite, pois era minha primeira tentativa de alcançar uma Meia Maratona sub 1h30’. Fácil não seria, sabia que seria uma prova dura, mas fomos pro tudo ou nada!

Chegou o dia, domingo, 02.02.2020 – 6:30 da manhã – tensão, nervosismo à flor da pele, parecia a primeira corrida da minha vida, mas não, era a primeira do ano, mas a 44ª no total. Eram 21km à frente pela 14ª vez. A cabeça só pensava em conseguir as metas que tinham sido estipuladas, cálculos feitos, cabeça a mil.

Foi dada a largada, tentei segurar o pé, pra não sair feito louco, mas o pelotão da frente não estava pra brincadeira, saí forte, consegui manter dentro do esperado uns 500m à frente, a prova encaixou, tudo dentro do script, como ensaiado, quilômetro a quilômetro, meu corpo respondia perfeito, as dores nem pareciam existir… até o Km18, quando a dor gritou e a cabeça respeitou demais. Parecia que o ano tinha acabado ali na primeira prova, não sabia se a vontade era de terminar andando ou aceitar a ajuda da organização e ser levado de carro de apoio para a linha de chegada. Mas, depois de pouco mais de 1km caminhando, faltavam mais ou menos 1,5km pra linha de chegada. Nessa hora, levanta a cabeça e vai, a meta já tinha ficado pra trás, agora era terminar o que havia começado.

1h55’45”, esse foi o tempo oficial, talvez o tempo menos esperado que eu podia fazer, quase 2h de prova. Ainda amargando a frustração de não alcançar a meta, encontramos amigos, distraímos e planejamos as próximas provas.

 Ficou a experiência, de uma prova incrível, de um percurso pesado, puxado e talvez a meia maratona mais difícil que eu fiz até hoje e farei em 2020 e, claro, um gostinho de que 2021 está logo aí, e eu vou encarar essa como uma revanche! Mas outras provas e oportunidades virão, e a meta de fazer em 2020 uma meia maratona abaixo de 1h30’ está só começando!

E claro, não posso deixar de agradecer ao Mr. Tugas e ao Gilberto Roque Assessoria Esportiva, que tornam esses desafios possíveis. Sem o apoio e a paciência deles, encarar esses desafios seria muito mais difícil e inimagináveis. Que 2020 seja um ano de muitas conquistas para nós e que possamos correr lado a lado por muitos quilômetros. Obrigado!

Que venham os próximos desafios! E já que falamos de próximo desafio, SPOILER pra vocês: o próximo desafio é também em São Paulo e dessa vez é em dobro .

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